Divórcio

Aautenticação de cópia tem o objetivo de emprestar à reprodução o mesmo valor do documento original. Apresentada uma cópia reprográfica, datilografada, impressa ou manuscrita, o Tabelião confrontará seu conteúdo com o do original. Havendo perfeita coincidência, certificará que se trata de reprodução fiel ao original.

A certidão estabelece presunção relativa de autenticidade da cópia, nos termos do art. 223 do CC. Isso quer dizer que quem contestar a autenticidade da cópia terá o ônus de provar a afirmação; quem produziu o documento não tem o dever de provar a autenticidade da cópia.

Assim como no reconhecimento de firmas, a autenticação tem suas peculiaridades que influenciam diretamente na segurança dos atos. A evolução quase que incontida da informática e demais tecnologias, dão possibilidade a uma gama imensa de falsificações e produção de documentos que causam danos. Há situações, por exemplo, em que o original foi rasurado com um corretor de textos que consiste em uma tinta branca.

Essa tinta, encobre o que estava escrito e escreve-se outros dizeres sobre aquele mesmo lugar. Uma cópia desse documento é recomendada que não seja autenticada, pois seu original foi adulterado, não espelhando a verdade e segurança.

Não importa se a cópia é fiel a um original adulterado. Se foi trocada a fotografia no original, em suma, se foi de alguma forma, modificado o original, sem possibilidade de alguma ressalva, impossibilita a autenticação de cópia sua.